Sobre o Padre Cosmo, de novo!

O que podemos fazer quando estamos em uma encruzilhada? Como ter certeza sobre qual caminho seguir? Qual direção para os próximos passos?
O que fazer entre a intuição e a lógica?
Entre a espiritualidade e a medicina?
No momento que estou, os caminhos não estão sequer se cruzando. Medicina e espiritualidade, no máximo, se tocam na opinião de que "tudo é processo". 

Hoje fomos, eu e Tavo, mais uma vez ouvir a missa presencial de Padre Cosmo. Igreja quase vazia. Todos os fieis presentes rapidamente fizeram fila, após o término da missa, para orientação espiritual com ele. Nós lá, de novo. Eu e Tavo. Mais uma vez na fila. Mais uma vez tentando entender o "recado dado", transmitido por ele para nós. Em três momentos anteriores e diferentes. 

Em um momento de abalo na minha fé, pensei: e se ele disse que falou o que foi necessário pra gente seguir? Que a doença é real? Rapidamente me dei conta disso. Repudiei o pensamento negativo. Rezei. A doença está aí. O diagnóstico pode mudar a qualquer instante. A providência divina faz milagres no seu tempo devido.

Na nossa hora, Otávio fala da incoerência entre o recado do Padre e a ciência humana. Falamos sobre sintomas já existentes. Não falamos o nome da doença, nem sua natureza. Mais uma vez ele fala em detalhes dos sintomas, sobre ser doença degenerativa. Ele sabe. Não por nós. Mas ele sabe muito. Tem ciência.

Não desdisse nada do que já falou. Explicou sobre o tempo da providência divina. "Muito na nossa frente". Queremos saber do agora, mas Deus fala "muito na nossa frente". "Lá na frente". Lá, no tempo de Deus, Padre Cosmo continua vendo cura. Continua não vendo essa doença. Com a mão no peito (igual Socorro) diz: "Eu não sinto que ele tenha essa doença." Falou sobre um tal de ectoplasma. Não entendi bem. Mas acho que foi algo sobre forças do bem o do mal nos disputam. Se nós vacilamos, as forças do outro lado se aproveitam. 

Eu disse que ele: Padre, eu tenho fé absoluta na providência divina que o senhor pronunciou para nós, com suas palavras. Ele deu graças a Deus. Eu também. Tavo também. Compramos os livros dele. Autografado. Perguntamos sobre casamento. Ele disse: "Eu dou o casamento de presente a vocês dois". Indicou os caminhos que devemos fazer para conseguir marcar data. 

Tavo saiu da igreja dizendo: "Foi o melhor recado possível!" Isso é o que importa. Ele se sentiu contemplado pelas palavras de Padre Cosmo. Ele se sentiu protegido. Saiu da igreja dizendo que está "com muita vontade de viver". Graças e louvores a Deus. Aos espíritos de luz. À divina providência. 

E eu? Eu quero realizar sonhos. Os dele que também são meus. A casa em Campo Grande. O casamento. A nossa filha que já está por aqui, perto de chegar fisicamente até nós. Ainda choro. A dor segue no peito. Preciso pensar em questões objetivas. Não estou sozinha. Inclusive pra isso. Como nos diz Socorro: Tudo vai continuar dando certo. Tavo vai tomar a medicação. Os sintomas vão estacionar. Eu vou conseguir transferência para Recife. Nós vamos cutivar vida, amor e plantas. Estou me levantando. O remédio está começando a  fazer efeito. Sairei do estado depressivo acentuado. Estarei com ele. Ao lado dele. Um dia de cada vez. Seja como for. 

É processo! Não sinto que ele tem essa doença. A cura chegará no tempo de Deus. A providência divina já está agindo em nossas vidas. TENHO FÉ! Muita fé! Viva!

Que assim seja! Amém? Amém.

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